Arte e Natureza no espaço urbano

Arte e Natureza no espaço urbano

quarta-feira, 13 de maio de 2015

FÁTIMA, cidade de devoção, santuário e altar do Mundo.

Algum dia teria que escrever sobre Fátima. Ninguém pode ficar indiferente à assombrosa expressão de fé e de devoção que Fátima evidencia ao longo do ano, particularmente entre os meses de maio a outubro, ao evocarem-se as aparições de Nossa Senhora aos três pastorinhos, ocorridas no ano de 1917. 
Seja-se ou não católico, não se poderá ignorar a extraordinária dimensão - física e espiritual - das peregrinações dirigidas ao santuário mariano aqui estabelecido. E isto será, também, seguramente, Património, Memória e Identidade. 
Os múltiplos testemunhos de peregrinos que, por esta altura, nos chegam a casa através dos mais diversos meios de comunicação social, permitem-nos, de certa forma, "tomar o pulso" a um país que - embora, talvez, já não tão "profundamente católico" - sabe agarrar-se como poucos às suas mais íntimas convicções. E, quanto à fé, cada um tem a sua. Um estudo recentemente divulgado, aliás, revelou que um pouco mais de 50% dos portugueses participa numa missa católica, pelo menos, uma vez por semana.
Devo "confessar" que também eu, que nunca fiz qualquer peregrinação a pé até Fátima, senti uma atmosfera especial, serena e apaziguadora, aquando das minhas ocasionais incursões ao santuário, em dias pouco frequentados por devotos e/ou turistas das mais distintas proveniências. 

Deixo-vos uma imagem do santuário, na sua noite maior, a do dia 12 de maio de cada ano, aquando da realização de uma das suas mais emblemáticas celebrações eucarísticas. 


E convido-vos, também, a escutarem o tema "Miraculosa Rainha do Céu", 
pela voz, absolutamente única e expressiva, de Isabel Silvestre.  

 


2 comentários:

  1. Parabéns pelo tema aqui divulgado.
    Abraço

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  2. Agradeço o seu comentário. A notoriedade justamente alcançada por Fátima resulta de um "trabalho" de décadas. Feito, literalmente, de "sangue, suor e lágrimas". A respeitar, partilhe-se ou não das convicções religiosas que o suportam.
    Abraço

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